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354 1Juíza Sâmara Christina Souza Nogueira (ao centro de boné) acompanhada de servidores da VT de Coari e palestrantes, durante evento de conscientização no município de Codajás

As palestras foram realizadas durante itinerância em Codajás

A Vara do Trabalho de Coari, por meio de parceria com a Escola Estadual Indígena Professor Luiz Gonzaga de Souza Filho, conhecida como Escola Padrão, realizou, no dia 12 de junho, na cidade de Codajás, (município do interior do Amazonas, distante 240 quilômetros de Manaus), palestras e atividades lúdicas voltadas à conscientização sobre o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, além da divulgação da campanha contra abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
O evento contou com a participação dos servidores da Justiça Itinerante da Vara do Trabalho de Coari, uma psicóloga, um assistente social, um conselheiro tutelar, além de 450 alunos do ensino médio da Escola Padrão e corpo docente daquela instituição de ensino.

Temas abordados

As palestras, realizadas no auditório da Escola Padrão, foram iniciadas pelo conselheiro tutelar Ademir Progênio da Rocha, onde destacou que, com relação à escola, o conselho deve ser visto como um parceiro, principalmente nos casos que envolverem a violação ou ameaça dos direitos das crianças ou dos adolescentes. Apontou, ainda, que a família pode receber orientação para que consiga cumprir integralmente o seu papel pelo apoio de programas e auxílios.

Em seguida, o assistente social Luis Carlos de Oliveira Pinheiro, explicou as diferenças entre abuso e exploração sexual, além das principais formas de combate a ambos.
Dando continuidade, a psicóloga Elianne Rocha Farias Aguiar discorreu sobre o motivo da criação do dia 18 de maio como “Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual”, narrando o Caso Araceli, ocorrido em 1973.

Finalizando as palestras, a juíza titular da Vara do Trabalho de Coari, Sâmara Christina Souza Nogueira, afirmou que a Justiça do Trabalho está engajada na luta pela erradicação do trabalho infantil, buscando cumprir o compromisso assumido pelo Brasil diante da comunidade internacional, de extinguir as piores formas de trabalho infantil até 2015, e quaisquer formas até 2020, incitando a todos os presentes a proteger os direitos de crianças e adolescentes.

Flores e cartilhas

Ao final, a magistrada do trabalho entregou uma flor a todos os presentes, com um chocolate, e o convite para que ampliassem o debate com suas respectivas redes de relacionamentos. Os adolescentes receberam, ainda, cartilhas sobre o combate ao trabalho infantil, gentilmente cedidas pela Desembargadora Joicilene Jerônimo Portela, Gestora Regional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil.

Em um segundo momento, foi feita uma roda de conversas com a participação de alunos, professores e da equipe de palestrantes (juíza do trabalho, psicóloga, assistente social e conselheiro tutelar) onde todos puderam ter suas dúvidas esclarecidas. O segundo momento foi de debate, esclarecimentos e conscientização a respeito do tema.

Confira a galeria de imagens.

 

ASCOM/TRT11
Texto: VT de Coari com edições de Jonathan Ferreira
Fotos: VT de Coari
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