O Tribunal avançou 9 posições entre os 24 tribunais trabalhistas, com nota de 69,42% no IDS
Os indicadores de sustentabilidade do Tribunal Regional do Trabalho da 11.ª Região (AM/RR) apresentaram melhorias entre 2024 e 2025. Conforme o Índice de Desempenho de Sustentabilidade (IDS) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgado na segunda-feira (17), no 10.º Balanço da Sustentabilidade do Poder Judiciário, com dados referentes a 2025, o TRT-11 alcançou 69,42%, o 1.º lugar no Norte, o 2.º entre os de pequeno porte (atrás do TRT-13) e a 7.ª posição geral entre os 24 tribunais.
Entre 2024 e 2025, o TRT-11 subiu da 16.ª para a 7.ª posição (nota de 62,5% para 69,42%). Os dados do IDS mostram que esse avanço do Tribunal no ranking da Justiça do Trabalho reflete o equilíbrio de gênero na magistratura, ações de descarbonização, como o planejamento de plantio de 1.083 mudas nativas e o uso de combustível limpo na frota, e a gestão eficiente de recursos monitorada pelo próprio índice.
Para o presidente do TRT-11 e representante da Região Norte no Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), desembargador Jorge Alvaro Marques Guedes, a evolução do IDS reflete ações da gestão em economia de água e energia, gestão de resíduos, mobilidade sustentável e compensação de emissões de carbono. “O avanço do TRT-11 da 16ª para a 7ª posição demonstra que, quando dados, planejamento e execução caminham juntos, conseguimos transformar a sustentabilidade em resultados concretos para a instituição e para a sociedade.”
Projeto Justiça Verde do TRT-11 promove plantio de mudas
Já o coordenador do Comitê de Sustentabilidade do TRT-11, juiz do Trabalho Sandro Nahmias Melo, ressalta que o resultado é fruto de um trabalho técnico e contínuo de monitoramento dos indicadores de sustentabilidade do Tribunal. “Nosso papel é transformar os dados do IDS em uma ferramenta de gestão, identificando pontos críticos, estabelecendo metas e acompanhando a evolução de indicadores como consumo de água e energia, geração de resíduos, mobilidade, emissões e ações de descarbonização.”
O diretor da Divisão de Cooperação Judiciária (DICOOP), Vicente Fernandes Tino, complementa afirmando que o bom desempenho do TRT-11 é consequência direta da integração entre planejamento e execução. “O resultado aparece nos indicadores. Quando conseguimos combinar monitoramento, orientação, redução de consumo, descarbonização e engajamento das pessoas, a sustentabilidade deixa de ser uma ação pontual e passa a fazer parte efetivamente da gestão institucional.”
Sobre o IDS
O IDS avalia anualmente o desempenho dos tribunais em sustentabilidade, sendo que a edição de 2026 considera os dados de 2025. O índice é composto por 14 indicadores que medem consumo de água, energia, papel, telefonia e copos descartáveis, além de gestão de resíduos, impressões, uso de veículos, gastos com transporte e dois indicadores de equidade de gênero (servidoras em chefia e desembargadoras). Esses dados são combinados em uma nota única que permite a comparação objetiva entre os tribunais.
Coordenadoria de Comunicação Social
Texto: Jonathan Ferreira
Fotos: Arquivo/CoordCom
