O Juízo da 2ª VTM entendeu que houve o descumprimento de deveres legais de segurança do trabalho

Resumo:

• O trabalhador ajuizou ação na Justiça do Trabalho buscando indenização por danos morais, estéticos e existenciais em razão de acidente de trabalho, além de prejuízo material na forma de pensão mensal pela perda da capacidade laboral.

• Relatou que, no exercício de suas atividades como carpinteiro, teve o olho direito atingido por uma lasca de madeira, perdendo totalmente a visão.

• A juíza julgou procedentes os pedidos e condenou solidariamente a empreiteira e a dona da obra ao pagamento de dano material, na forma de pensão, em parcela única, além de danos morais, estéticos e existenciais.

228A 2ª Vara do Trabalho de Manaus do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) condenou, de forma solidária, a empreiteira e a dona da obra ao pagamento de pensão mensal correspondente a 100% do último salário do trabalhador, a partir da data da incapacidade para o trabalho até que ele complete 75 anos de idade. As empresas também foram condenadas ao pagamento de indenização por danos morais, estéticos e existenciais decorrentes de acidente de trabalho, no valor de R$ 230 mil. A decisão foi proferida pela juíza do Trabalho Andrezza Lins Vieira.

Relato dos fatos

O trabalhador, então com 63 anos, foi admitido em dezembro de 2021 para atuar como carpinteiro em obra executada por meio de contrato de empreitada firmado entre empresas do setor de obras e de construção civil. Em janeiro de 2022, sofreu acidente de trabalho. Por causa disso, pleiteou indenização por danos morais, existenciais e estéticos, no valor de R$ 100 mil para cada espécie, além de indenização por danos materiais, na forma de pensionamento, em decorrência da perda da capacidade laboral.

Relatou que, na oficina da empresa, ao manusear um pequeno tronco de madeira com o uso de um terçado, uma lasca se desprendeu e atingiu seu olho direito. Afirmou que, embora tenha sido encaminhado ao pronto-socorro e submetido a cirurgia pelo sistema público de saúde, a lesão evoluiu, resultando na perda total da visão no olho ferido. Acrescentou, ainda, que, como já apresentava catarata no olho esquerdo à época do acidente, atualmente possui apenas 9% de visão.

Na defesa, as empresas sustentaram a inexistência de nexo de causalidade. Alegaram culpa exclusiva da vítima, sob o argumento de que o trabalhador estava sem proteção ocular, apesar da entrega de EPI.

O pedido de indenização foi deferido na sentença. O Juízo condenou as empresas solidariamente a pagar R$ 100 mil por dano moral; R$ 50 mil por dano existencial e R$ 80 mil por dano estético, assim como pensão mensal correspondente ao percentual de 100% sobre o último salário a partir da incapacidade até o trabalhador completar 75 anos de idade. Para a juíza do Trabalho Andrezza Lins, as provas do processo evidenciam falhas graves das empresas no cumprimento de seus deveres de garantir a segurança e a saúde do empregado.

Descumprimento de deveres legais

Segundo a magistrada, ficou comprovado que o empregado trabalhava em um galpão, sem exposição à luz intensa ou radiação solar. Apesar disso, foram fornecidos apenas óculos escuros como EPI.

Esse tipo de óculos, conforme documento técnico, é destinado à proteção contra luminosidade intensa, sendo inadequado para uso em ambientes fechados. O próprio certificado do equipamento reforça que as versões (incolor e escura) têm finalidades distintas e não podem ser utilizadas de forma equivalente.

Em outro ponto da decisão, a juíza salienta que o perito judicial confirmou que o EPI fornecido não era apropriado para a atividade desempenhada, a qual exigia óculos incolores, adequados à proteção contra partículas em ambiente interno. Portanto, o uso de óculos escuros em local fechado prejudicava a visibilidade e comprometia a segurança do trabalhador.

Desta forma, conforme a sentença houve falha das empresas ao não identificar que o risco de projeção de partículas em ambiente interno demandava proteção visual sem filtro de luminosidade. Com efeito, a atividade exercida em ambiente interno (galpão fechado) exigia óculos de proteção, incolores e não escuros. Assim, para a juíza, o equipamento fornecido era inadequado, caracterizando descumprimento do dever legal de fornecer EPI compatível com os riscos da atividade.

A juíza Andreza Lins enfatiza, ainda que, por hipótese, se admita a eventual não utilização de EPI pelo trabalhador, tal circunstância não afasta a responsabilidade das empresas. Isso porque é dever do empregador instruir os empregados, por meio de ordens de serviço, quanto às precauções no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais (art. 157, II, da CLT).

Ela, também, afirma que a previsão legal, contida no art. 158, Parágrafo único, da CLT reforça a obrigação empresarial de fiscalização contínua e efetiva do uso dos equipamentos de proteção, não bastando o mero fornecimento formal dos EPIs. Por fim, a magistrada destaca que cabe ao empregador adotar medidas preventivas eficazes, não podendo transferir ao trabalhador os prejuízos de sua atividade, especialmente sem comprovar o cumprimento de seus deveres legais.

Recursos

Ambas as empresas recorreram da decisão. Os recursos aguardam apreciação pelo Tribunal.

 

#ParaTodosVerem: Capacete de segurança laranja apoiado sobre luvas de couro, ao lado de óculos de proteção transparentes e um martelo, dispostos sobre uma superfície de madeira. A imagem destaca equipamentos de proteção e ferramentas de trabalho.

* Esta matéria integra a Campanha Abril Verde do TRT-11, que durante o mês de abril repercute acordos, decisões e temas relacionados à saúde e segurança no trabalho.

 

Coordenadoria de Comunicação Social
Texto: Mônica Armond de Melo
Foto: Banco de Imagens

As audiências presenciais já agendadas permanecem mantidas.

229A Presidência do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) suspendeu, excepcionalmente, o atendimento ao público externo nesta quinta-feira, 23 de abril, no âmbito do Fórum Trabalhista de Manaus, do Centro de Memória da Justiça do Trabalho da 11ª Região, e do Prédio-Anexo (localizado à Rua Belém). A medida foi adotada por meio da Portaria nº 163/2026/SGP, ad referendum do Tribunal Pleno.

A suspensão decorre da indisponibilidade de acesso à internet nas unidades mencionadas, circunstância que inviabiliza a prática de determinados atos processuais e compromete o regular atendimento ao público externo, tendo em vista a dependência dos sistemas eletrônicos institucionais para a prestação jurisdicional.

Apesar da medida, permanecem mantidas as audiências presenciais já designadas. Além disso, fica autorizada a realização de audiências na modalidade telepresencial, a critério do magistrado.

A Secretaria-Geral da Presidência do TRT-11 informa, ainda, que o serviço de telefonia também está indisponível, nesta data, em todas as unidades do TRT-11.

Acesse aqui a Portaria nº 163/2026/SGP.

 

 

Evento que integra o PopRuaJud acontece nesta sexta (24/4) no Centro de Convenções Vasco Vasques

212O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR), através da Ouvidoria Regional, participará, nesta sexta-feira (24), de um mutirão social no Centro de Convenções Vasco Vasques, em Manaus. Coordenada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a ação interinstitucional visa ampliar o acesso à justiça, à cidadania e a serviços básicos para pessoas em situação de vulnerabilidade social, contando com a participação de vários órgãos parceiros.

Durante a ação, a Justiça do Trabalho oferecerá orientação e esclarecimento de dúvidas sobre direitos trabalhistas; explicação sobre os serviços da Justiça do Trabalho e distribuição de materiais informativos sobre as atividades da Ouvidoria do Tribunal.

Sobre a ação
O PopRuaJud – Política Nacional de Atenção às Pessoas em Situação de Rua e suas Interseccionalidades – é voltado à promoção da dignidade, proteção de direitos e inclusão social das pessoas em situação de rua, aproximando o Judiciário das populações mais vulneráveis de Manaus. No TRT-11, o PopRuaJud é gerido pelo Comitê Multinível e Multissetorial de Atenção às Pessoas em Situação de Rua, presidido pela desembargadora Ormy da Conceição Dias Bentes, ouvidora regional.

A desembargadora ouvidora explica que o PopRuaJud tem como propósito nos lembrar que a justiça só é plena quando alcança a todos, sem distinção. “A população em situação de rua é diversa, plural e marcada por diferentes trajetórias na vida. Crianças, idosos, migrantes, indígenas, pessoas com deficiência, egressos do sistema prisional - todos merecem ser vistos, ouvidos e respeitados em sua integralidade”, afirma a magistrada.

Instituições parceiras
Além do TRT-11, também estarão presentes durante o evento: Tribunal Regional Federal (TRF); Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM); Defensoria Pública da União; Defensoria Itinerante; dez cartórios; Cruz Vermelha, entre outros órgãos.

Serviço: Mutirão PopRuaJud
Data: 24 de abril (sexta-feira)
Local: Centro de Convenções Vasco Vasques (Av. Constantino Nery, 5001 - Flores).
Horário: 8h às 16h

 

Coordenadoria de Comunicação Social
Texto: Thallys Neutron, com informações do Cejusc-JT
Arte: Thais Mannala

Ouvidoria da Justiça do Trabalho participa de mutirão de atendimento a pessoas em situação de rua em Manaus

Encontro híbrido reuniu a gestão para avaliar resultados e alinhar o cumprimento das metas institucionais

220O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) realizou, na manhã desta sexta-feira (17/4), a 1ª Reunião de Análise da Estratégia (RAE) de 2026. Em formato híbrido, o encontro reuniu a Presidência, gestoras e gestores do biênio 2024-2026, com participação presencial no auditório da Sede Administrativa e transmissão pela plataforma Zoom.

A reunião teve como principal objetivo avaliar os resultados parciais do planejamento estratégico deste biênio, além de alinhar as próximas etapas para o cumprimento das metas e projetos institucionais. Participaram: o presidente do TRT-11, desembargador Jorge Alvaro Marques Guedes; a juíza auxiliar da Presidência, Carla Priscilla Silva Nobre; a diretora da Secretaria-Geral da Presidência, Gesla Lima Silva; e o diretor-geral, Ildefonso Rocha de Souza.

Indicadores e metas

Na apresentação técnica, a diretora da Divisão de Projetos e Iniciativas Nacionais (Dipin), Winder Jane Moreira Silva, abordou os indicadores e metas do exercício de 2026. Ela informou que o TRT-11 conta, este ano, com 40 indicadores estratégicos distribuídos em três eixos: sociedade, processos internos e aprendizado e crescimento.

A maior parte dos indicadores (19) está concentrada em processos internos, com ênfase em produtividade, governança e redução do congestionamento processual. Outros nove avaliam a relação com a sociedade, incluindo comunicação, inovação e sustentabilidade, enquanto 12 estão voltados à gestão de pessoas, orçamento e tecnologia.

221Portfólio de projetos: avanços e desafios

O Plano de Gestão da Presidência (PGP) 2024-2026 reúne atualmente 52 projetos estratégicos, organizados em oito programas alinhados ao Plano Estratégico Institucional (PEI) 2021–2026. Do total, 20 iniciativas já foram concluídas e 32 seguem em execução.

Entre os projetos finalizados, destacam-se os que têm impacto direto na prestação jurisdicional. São exemplos o “Calendário Anual de Pautas Temáticas de Conciliação” e “Alô Manu Interior”.

Apenas na ação “Elas em Pauta”, pauta temática realizada em março de 2026, foram promovidas 832 audiências e homologados 176 acordos, com movimentação superior a R$ 1,5 milhão. O “Alô Manu Interior”, por sua vez, resultou na reforma das Varas do Trabalho de Eirunepé e Itacoatiara, além da execução de serviços de manutenção nas unidades de Boa Vista e do interior do Amazonas.

Voltado ao público interno, o projeto “Vozes da Experiência” também já está 100% concluído e se consolidou como iniciativa de valorização do capital humano, ao reconhecer as trajetórias de servidores e servidoras com mais de 35 anos de atuação no tribunal. Como produtos, foram entregues em dezembro de 2025 o calendário institucional de 2026 e o livreto do projeto.

222Projetos em execução

Entre as iniciativas em andamento, destaca-se o “Mãos à Obra”, que trata da retomada da construção do novo Fórum Trabalhista de Manaus. O edital de concorrência nº 90002/2026 foi lançado em fevereiro, com abertura das propostas prevista para 20 de maio.

Na área de comunicação, o projeto “Construindo Pontes: Justiça e Sociedade” vem ampliando a presença institucional e o diálogo com a população. Entre os resultados, estão a criação de um calendário editorial integrado, a padronização de releases com kits multimídia e o aumento de 300% nas inserções televisivas. Nas redes sociais, o compartilhamento de conteúdos cresceu 495%. A iniciativa também inclui a produção da série “Me Explica Direito”, voltada à tradução de temas jurídicos para linguagem acessível, além de campanhas informativas e conteúdos sobre a Justiça Itinerante.

Outros projetos também registraram avanço. O “Conecta Cidadão”, com cerca de 80% de execução, trata da carta de serviços do tribunal. A proposta é adaptar a carta de serviços unificada do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), contemplando a adaptação de 18 serviços às peculiaridades regionais.

Já a “Rede de Inteligência para Magistrados” (Rima), com aproximadamente 70% de implementação, desenvolve uma plataforma interna para compartilhamento de informações estratégicas sobre demandas repetitivas, abusivas e/ou protelatórias, buscando auxiliar integrantes da magistratura na identificação e tratamento desses tipos de processos. Na área administrativa, o “Orçamento em Foco” reforça a gestão orientada por dados, com uso de painéis de Business Intelligence (Power BI).

Governança e acompanhamento contínuo

A RAE integra o modelo de governança do TRT-11 e tem como objetivo acompanhar, de forma sistemática, a execução do planejamento estratégico, com base em indicadores, metas e projetos. O processo permite identificar gargalos, promover ajustes e ampliar a efetividade das entregas à sociedade.

Ao final da primeira reunião do ano, o presidente parabenizou o empenho de todos os envolvidos, destacando a importância do monitoramento contínuo da estratégia institucional. A próxima RAE está prevista para 14 de agosto.

 

Veja as imagens da reunião.

 

Coordenadoria de Comunicação Social
Texto: Paula Monteiro
Fotos: Carlos Andrade

Projeto do TRT-11 será premiado como boas práticas em conciliação.

219A Comissão Nacional de Promoção da Conciliação (Conaproc) se reuniu nesta quarta-feira (15), no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília. O encontro reuniu representantes do TST e dos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) que lidam com métodos consensuais na Justiça do Trabalho de todo o país, e destacou as boas práticas dos tribunais trabalhistas. O juiz do Trabalho Sandro Nahmias Melo, coordenador de 1º grau do Cejusc-JT em Manaus, esteve presente ao evento representando o TRT-11(AM/RR).

Vocação institucional

O coordenador nacional da Conaproc, o vice-presidente do TST e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), ministro Guilherme Caputo Bastos, destacou a essência e a vocação da Justiça do Trabalho para a conciliação. “Fomos concebidos como uma justiça que tem a conciliação em seu DNA e, desde que assumi, deparo-me com esse retorno à origem que reforça a potência que é a conciliação”, afirmou.

Segundo ele, é fundamental que a magistratura trabalhista, além de ser vocacionada à conciliação, tenha uma atuação humanizada. “Como juízes do trabalho, precisamos resgatar essa vocação conciliatória que nos leva a ouvir com qualidade e acolhimento, e que nos faz diferentes de todo o Poder Judiciário”.

Confira mais fotos da reunião da Conaproc no Flickr do CSJT.

Conhecer o jurisdicionado

O vice-coordenador da Conaproc, ministro Alexandre Luiz Ramos, também participou do encontro e reafirmou a importância de, cada vez mais, conhecer o perfil dos usuários da Justiça do Trabalho para compreender o presente e aprimorar o futuro. “A conciliação nos permite um diálogo franco para conhecer de fato quem é o nosso jurisdicionado”, disse. “Conhecer de perto com quem estamos dialogando vai nos ajudar a definir não só onde estamos, mas aonde queremos chegar”, completou.

Boas Práticas

O ministro Caputo antecipou o resultado dos projetos de Boas Práticas que foram selecionados para serem premiados em cerimônia que deve ocorrer em maio. Os projetos foram selecionados de acordo com o porte dos TRTs. Confira os tribunais e os projetos que serão premiados:

  • Grande Porte: TRT da 3ª Região (MG) - Projeto Painel analítico de Conciliação e Litigiosidade
  • Médio Porte: TRT da 8ª Região (PA/AP) - Projeto “Vamos Resolver Juntos”
  • Pequeno Porte: TRT da 11ª Região (AM/RR) – Projeto “Acolhendo para Acolher”

Os avanços da Justiça do Trabalho na busca por soluções consensuais

O encontro também abordou a consolidação dos avanços da Justiça do Trabalho na busca por soluções consensuais. Um dos destaques foi a apresentação dos resultados da primeira edição do Projeto Conexão Cejusc, promovida entre 16 e 20 de março de 2026, que movimentou mais de R$ 26 milhões em valores conciliados.

O projeto, fundamentado na cooperação judiciária, reuniu 25 conciliadores de 23 Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs) que atuaram em 16 salas virtuais de forma integrada. Durante a semana de mobilização, foram realizadas 545 audiências, resultando em 150 acordos homologados, um índice de conciliação de 33%.

Para garantir a fluidez dos trabalhos, o projeto investiu no treinamento prévio dos conciliadores, focando na padronização de atas e na uniformização de entendimentos jurídicos. A prática permitiu uma divisão eficiente de tarefas, melhor controle de tempo e agenda, além de um fluxo de trocas que ajudou no ajuste das estratégias durante as audiências.

Saiba mais: Conexão Cejusc reúne conciliadores dos TRTs e viabiliza 150 acordos em uma semana

Próximos passos: Semana Nacional da Conciliação 2026

O encontro também detalhou o planejamento de um dos principais eventos do calendário nacional da Justiça do Trabalho: a Semana Nacional da Conciliação Trabalhista que, em 2026, será realizada de 25 a 29 de maio. Em sua 10ª edição, a campanha terá como tema “Um acordo muda o jogo” e contará com identidade visual inspirada na Copa do Mundo.

Coordenada pela Vice-Presidência do TST e pelo CSJT, a mobilização nacional envolve todos os tribunais trabalhistas do país e busca promover o maior número de acordos em uma semana de mutirão. Como etapa preparatória, o TST sediará, nos dias 13 e 14 de maio, o III Encontro Nacional de Servidores de Cejuscs e Nupemecs.

O evento reunirá profissionais da Justiça do Trabalho que atuam nos Centros Judiciários de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Cejuscs) e nos Núcleos Permanentes de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemecs), com foco na capacitação, na padronização de práticas e na troca de experiências entre servidores que atuam diretamente com conciliação e mediação.

Coordenadoria de Comunicação Social
Texto e fotos: CSJT

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