Delegação conquistou 28 medalhas na 23ª ONJF;  participantes destacam disciplina, saúde e qualidade de vida proporcionadas pelo esporte


783A dedicação aos treinos, a superação de desafios e a integração entre diferentes modalidades esportivas marcaram a homenagem aos atletas do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) que participaram da 23ª Olimpíada Nacional do Judiciário Federal (ONJF). A cerimônia foi realizada na manhã desta sexta-feira (23/10), no auditório da Sede Administrativa, em Manaus, e celebrou as 28 medalhas conquistadas pela delegação composta de 47 atletas.

Com 11 medalhas de ouro, 11 de prata e seis de bronze, o resultado garantiu ao TRT-11 a 13ª colocação geral na competição, realizada de 19 a 25 de setembro, em Aracaju (SE). Além das conquistas, a experiência dos participantes evidencia os benefícios do esporte para a saúde física e mental, o bem-estar e a integração entre colegas. Conciliar os treinos com as responsabilidades profissionais e pessoais exige planejamento, disciplina e persistência, mas, para os atletas, o esforço vale a pena.

Formada por servidores ativos e aposentados, a delegação do TRT-11 participou de modalidades como atletismo, natação, dominó, futevôlei e tiro esportivo. A 23ª ONJF reuniu delegações da Justiça do Trabalho, Justiça Federal, Justiça Eleitoral e Ministério Público da União em 21 modalidades, alcançando um recorde de 1.345 atletas inscritos.

Reconhecimento e incentivo ao esporte

784Des. Jorge AlvaroConduzida pelo presidente do TRT-11, desembargador Jorge Alvaro Marques Guedes, a homenagem reconheceu o empenho dos atletas e o exemplo que representam para a instituição. “As palavras são de alegria e agradecimento à delegação de atletas do TRT-11. Espero que todos persistam na vontade de praticar esporte. Eu também já pratiquei basquetebol na minha juventude e reconheço a importância de cada modalidade”, declarou.

O presidente agradeceu a dedicação dos atletas mais experientes, a quem chamou de “decanos”, e daqueles que estão começando a participar das competições. Também manifestou a expectativa de que o exemplo da delegação incentive outros servidores a praticar esportes.

Treino, disciplina e qualidade de vida

A oficiala de justiça Janete Belchior conquistou cinco medalhas na olimpíada: duas de ouro e três de prata. No tiro com carabina de ar a 10 metros, na modalidade mira aberta, ela conquistou o ouro por equipe ao lado de Ana Carolina Cabrinha e Marta Mello. O resultado garantiu o bicampeonato do TRT-11 na prova coletiva.

Dedicada à prática de esportes desde os nove anos de idade, Janete ressalta que cada conquista é fruto de uma rotina de preparação que começa antes do expediente. Ela acorda às 4h para treinar e concilia a prática esportiva com o trabalho e os demais compromissos pessoais. Para ela, o esporte também representa uma oportunidade de cuidar de si, mesmo diante das responsabilidades cotidianas. A atleta procura incentivar outras mulheres, inclusive colegas de trabalho, a reservar tempo para a prática esportiva. “O sentimento é de vitória, porque existe uma preparação durante o ano inteiro. Procuro incentivar minhas colegas de trabalho a praticar esportes, porque isso também traz disposição e estímulo para enfrentar os desafios da vida. No esporte, a gente perde e ganha, e na vida também é assim”, destacou.

785Da esq. para dir.: Carolina Cabrinha, Marta Mello e Janete Belchior

Marta Mello, que participa das competições há três anos, também compartilha dessa opinião. Vencedora de três medalhas (uma de ouro em equipe e duas individuais de bronze), a atleta reforça a importância do esporte para a saúde e a realização pessoal. Para ela, cuidar do bem-estar, buscar bons resultados e inspirar outras mulheres são motivações que caminham juntas.

“Eu sou uma atleta 50+, e meu primeiro objetivo é meu compromisso com a saúde. Em segundo lugar, meu compromisso é com os resultados. A gente leva muito a sério a competição, como se fosse uma olimpíada mundial. Em terceiro lugar, gostaria de inspirar mais servidoras que acham que não conseguem”, afirmou.

A rotina de Marta também exige esforço e organização. Depois do expediente, ela segue para os treinos de atletismo, realizados, por vezes, à noite, na Vila Olímpica. Mesmo diante do desafio de conciliar esporte, trabalho e família, a atleta destaca a satisfação de integrar a comunidade esportiva e a motivação para continuar competindo.

Uma trajetória construída com esforço coletivo

Servidor aposentado, Helder Vieira conquistou três medalhas na competição, sendo duas de ouro e uma de prata. Ele destacou que o incentivo à prática esportiva e à qualidade de vida dos colegas está presente na trajetória de participação do TRT-11 nas Olimpíadas do Judiciário Federal, iniciada em 2003.

“Desde o início, nosso objetivo era incentivar a qualidade de vida dos colegas, estimulando a prática esportiva e a participação em atividades fora do ambiente de trabalho. A participação nas Olimpíadas foi conquistada com muito esforço e superação de dificuldades, mas conseguimos reunir a equipe, representar o TRT-11 e fazer bonito, trazendo medalhas para casa”, afirmou. Para Helder, a mobilização dos servidores ao longo dos anos contribuiu para consolidar a participação do tribunal na competição e fortalecer os laços entre colegas que compartilham o interesse pelo esporte.


Apoio institucional e integração

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Amazonas e em Roraima (SitraAM/RR), Edmilson Marinho, participou da competição e conquistou a medalha de ouro no dominó em dupla com o servidor aposentado Leandro Tabosa. Presente nas Olimpíadas desde 2005, ele ressaltou a importância do apoio do TRT-11 e do sindicato para viabilizar a participação dos atletas.

Enquanto o tribunal autorizou o afastamento dos servidores ativos durante os jogos, o sindicato contribuiu com o patrocínio das inscrições, de treinador e outras despesas da delegação. Apesar das dificuldades para custear as viagens, Edmilson avalia que os benefícios da competição vão além dos resultados esportivos.

“O sentimento é maravilhoso. Participo de jogos olímpicos desde 2005 e não parei mais. Este ano, conquistei minha segunda medalha de ouro. A olimpíada é muito importante, porque promove a integração entre os colegas e funciona como uma higiene mental. Quem participa sabe o quanto é sério e o quanto vale a pena”, avaliou.

788Edmilson Marinho e Leandro Tabosa

 

787Helder Vieira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Acesse a galeria de imagens.

Consulte o quadro geral de medalhas da 23ª ONJF. Ao clicar no TRT-11, é possível ver os nomes dos atletas que conquistaram ouro, prata e bronze.

 

 


Coordenadoria de Comunicação Social
Texto: Paula Monteiro
Fotos: Renard Batista

 

 

Encontro com o ministro do TST Guilherme Augusto Caputo Bastos será realizado em 30 de outubro e busca fortalecer o diálogo e a cultura da conciliação na Justiça do Trabalho

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O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) promove, em 30 de outubro, em Boa Vista (RR), mais uma edição do projeto “Café com o Ministro”, iniciativa voltada ao fortalecimento da cultura da conciliação e à ampliação do diálogo entre as instituições que atuam na Justiça do Trabalho. O encontro contará com a presença do ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Guilherme Augusto Caputo Bastos e será realizado das 9h às 11h, no auditório do Ministério Público Federal (MPF), na Procuradoria da República em Roraima.

A edição de Manaus (AM), realizada em 7 de agosto deste ano, no Fórum Trabalhista de Manaus (FTM), reuniu magistrados, advogados, sindicalistas, representantes de empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Amazonas (OAB-AM) e de times de futebol. Em Boa Vista, o encontro busca fortalecer a cultura da conciliação, com expectativa de público amplo. O ministro Guilherme Caputo irá à capital para dialogar com a população e com representantes da magistratura, da advocacia, dos sindicatos, das empresas e do Ministério Público, e para conhecer a realidade de Roraima.

O estado, segundo o Censo Demográfico de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), tem o maior percentual de população indígena do país, com 15,29% dos habitantes, o equivalente a 97.320 pessoas. Roraima também é a principal porta de entrada de venezuelanos no Brasil e, segundo a Operação Acolhida, 1.092.467 venezuelanos entraram no país desde 2017, com a maior parte desses migrantes chegando por Roraima, que faz fronteira com a Venezuela.

Programação

A programação reunirá representantes da magistratura, da advocacia, do Ministério Público do Trabalho (MPT) e de entidades sindicais. Entre os participantes já confirmados estão representantes dos sindicatos dos rodoviários e dos trabalhadores da saúde indígena, ampliando a participação de diferentes segmentos do mundo do trabalho nas discussões sobre soluções consensuais para os conflitos trabalhistas. A iniciativa é realizada pelo TRT-11, por meio do Nupemec e dos Centros Judiciários de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejuscs-JT), com apoio da Escola Judicial do TRT-11 e do Ministério Público Federal em Roraima.

Diálogo para fortalecer a conciliação

Inspirado em uma experiência do TRT da 24ª Região (MS), reconhecida nacionalmente e premiada pelo Prêmio CNJ Conciliar é Legal, o projeto promove encontros presenciais para estimular a troca de experiências, a cooperação institucional e o compartilhamento de boas práticas na resolução consensual de conflitos.

Durante o encontro em Boa Vista, o ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos conduzirá um diálogo sobre práticas conciliatórias, mediação, cooperação entre as instituições e desafios para ampliar o uso dos métodos consensuais na Justiça do Trabalho. A iniciativa busca aproximar os diferentes atores do sistema de Justiça e valorizar a construção conjunta de soluções, contribuindo para uma prestação jurisdicional mais célere, eficiente e humanizada.

“O ‘Café com o Ministro’ cria um ambiente propício ao diálogo e ao compartilhamento de boas práticas, permitindo a construção conjunta de soluções para os desafios da conciliação. Também reforça o papel dos Cejuscs-JT como instrumentos de pacificação social, aproximando a Justiça da sociedade por meio de uma atuação mais consensual, eficiente e humanizada”, destaca a desembargadora Ruth Barbosa Sampaio, coordenadora do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Nupemec) e do Cejusc-JT de 2º grau do TRT-11.

 

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Evento: Café com o Ministro Caputo Bastos em Boa Vista
Data: 30 de outubro
Horário: das 9h às 11h
Local: Auditório do Ministério Público Federal - Procuradoria da República em Roraima
Endereço: Rua General Penha Brasil, nº 1255, bairro São Francisco, Boa Vista (RR)
Inscrições: serão realizadas no dia e no local do evento.

Canais no AM e em RR podem ser acionados em casos de ameaça de demissão, transporte ilegal de trabalhadores, retaliação ou impedimento para votar

778Com o objetivo de assegurar resposta judicial célere a situações urgentes que possam comprometer a liberdade de escolha dos trabalhadores no contexto das eleições, o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) instituiu plantão especial para atender casos urgentes de assédio eleitoral nas relações de trabalho durante o segundo turno das Eleições Gerais de 2026. A medida está prevista na Portaria nº 340/2026/SGP, assinada pelo presidente do TRT-11, desembargador Jorge Alvaro Marques Guedes, em 29 de setembro de 2026.

No domingo de votação do segundo turno, 25 de outubro, o plantão poderá ser acionado, por exemplo, em situações em que o empregador manifeste que não permitirá a liberação de empregados para votar. Também poderão chegar à Justiça do Trabalho pedidos relacionados a ameaças de dispensa, retaliações, propaganda eleitoral no local de trabalho e orientações do empregador sobre candidatos, partidos e programas políticos.

“Vamos receber denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho como tentativa de compra de voto, abuso de poder econômico, ameaça no trabalho, transporte ilegal de trabalhadores para voto, entre outros casos que sabemos que ocorrem durante as eleições”, afirma o juiz do Trabalho Igo Zany, designado para atuar em Roraima.

Canais de denúncia

O TRT-11 possui os seguintes canais para receber denúncias relacionadas ao assédio eleitoral:

(92) 98416-8682 para denúncias no Amazonas

(95) 98411-1829 para denúncias em Roraima

O portal da Ouvidoria do TRT-11 também tem um canal permanente para receber denúncias de assédio eleitoral no trabalho. O denunciante pode solicitar o sigilo de sua identidade. Disponível no link: https://portal.trt11.jus.br/index.php/portalouvidoria/denuncia-assedio-eleitoral

Além disso, os casos podem ser encaminhados ao Ministério Público do Trabalho (MPT) ou ao Ministério Público Eleitoral (MPE). Também podem ser apresentados ao Judiciário pedidos específicos de medidas inibitórias de assédio eleitoral.

Casos urgentes

O plantão já funcionou em eleições anteriores, mas foi aperfeiçoado para os atendimentos em 2026. Os magistrados plantonistas receberam treinamento específico e tiveram acesso a uma pesquisa sobre o tema conduzida pelo Centro de Pesquisas Judiciárias do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).

Serviço: Recebimento de denúncias de assédio eleitoral
Período: 28 de setembro a 25 de outubro de 2026
Finalidade: atendimento de medidas urgentes relacionadas a casos de assédio eleitoral nas relações de trabalho.
Denúncias no AM: (92) 98416-8682
Denúncias em RR: (95) 98411-1829

Representantes do Regional defenderam que a Justiça do Trabalho assegure, dentro dos próprios tribunais, a proteção que exige dos empregadores

774Durante a 8ª Reunião Ordinária do Colégio de Presidentes e Corregedores dos Tribunais Regionais do Trabalho (Coleprecor), em Brasília, os representantes do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) apresentaram, na terça-feira (20), a experiência do Programa de Proteção às Vítimas e Testemunhas de Assédio Moral ou Sexual (PPVAS), instituído pela Resolução Administrativa nº 177/2026. A exposição foi conduzida pelo presidente do TRT-11, desembargador Jorge Alvaro Marques Guedes, e pela auxiliar da Presidência, juíza do Trabalho Carla Priscilla Silva Nobre.

O PPVAS é um programa institucional que tem como objetivo assegurar acolhimento, medidas protetivas e prevenção da revitimização de vítimas e testemunhas de assédio moral ou sexual durante a tramitação do processo administrativo disciplinar. A proposta é transformar o compromisso de enfrentamento ao assédio em mecanismos concretos de proteção, para que a pessoa que denuncia não fique desamparada enquanto a instituição apura os fatos.

Para explicar a relevância do projeto, o presidente do TRT-11, desembargador Jorge Alvaro Marques Guedes, relembrou a trajetória de mais de 40 anos no Tribunal e contou que ingressou na instituição ainda como servidor, carregando ao longo de sua caminhada como magistrado e desembargador o princípio de tratar as pessoas da mesma forma como gostaria de ser tratado. Também ressaltou que esse cuidado não deve existir apenas na vida pessoal, mas precisa estar presente no dia a dia da própria instituição.

“Desde que entrei no Tribunal, há mais de 40 anos, ainda como servidor, sempre tive uma preocupação muito simples: tratar as pessoas da mesma forma como eu gostaria de ser tratado. Sempre acreditei que, independentemente do cargo que ocupamos, precisamos olhar para as pessoas com respeito, sensibilidade e humanidade.”777

O desembargador Jorge Alvaro explicou que a proteção à dignidade não deve ficar restrita às decisões judiciais, mas precisa ser aplicada na rotina interna do Tribunal e que, por essa razão, a própria instituição deve ser o primeiro exemplo de respeito à dignidade. “Afinal, se a nossa missão é fazer justiça e assegurar a dignidade das pessoas, precisamos começar fazendo isso dentro da nossa própria casa.”

Proteção e combate à revitimização

A juíza do Trabalho Carla Nobre, auxiliar da Presidência do TRT-11, detalhou as medidas protetivas previstas na resolução. De acordo com a magistrada, o programa não se restringe às vítimas diretas, alcançando também terceiros denunciantes, testemunhas e os próprios servidores que atuam no recebimento das denúncias. Entre as medidas estão o apoio social, médico e psicológico, a garantia de funções comissionadas, a remoção para outra unidade e o teletrabalho integral durante o processo de apuração. Para preservar a autonomia dessas pessoas, tanto o ingresso no PPVAS quanto a adoção de qualquer medida de proteção dependem do consentimento da pessoa protegida.

776"As medidas protetivas não são automáticas nem constituem privilégio. Elas devem observar os requisitos da norma, a proporcionalidade e as circunstâncias do caso concreto, com o objetivo de evitar que a pessoa que denuncia sofra novas violências durante a apuração."

A juíza apontou que a proteção não pode depender exclusivamente da conclusão do processo administrativo disciplinar, pois é preciso investigar, mas também proteger durante a investigação. “Não podemos exigir da iniciativa privada aquilo que não estamos dispostos a assegurar aos nossos próprios servidores.”

Combate ao corporativismo

O desembargador Jorge Alvaro defendeu que o enfrentamento ao assédio exige o rompimento com qualquer forma de corporativismo dentro da magistratura. O magistrado afirmou que relações de amizade, coleguismo ou proximidade pessoal não podem servir de justificativa para proteger quem pratica assédio e que a conduta deverá ser apurada com o mesmo rigor, independentemente de quem seja o envolvido ou do cargo que ocupe.

"A Justiça do Trabalho não pode ser apenas o lugar onde o trabalhador encontra proteção quando seus direitos são violados. Ela também precisa ser exemplo de respeito a esses direitos dentro de suas próprias instituições, assegurando que a dignidade humana que se defende nos processos judiciais seja a mesma preservada dentro dos tribunais."

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Confira o álbum de fotos AQUI.

Coordenadoria de Comunicação Social
Texto: CoordCom
Fotos: Divulgação/Coleprecor

 

781Desde 18 de outubro de 2026, as guias de recolhimento de custas judiciais emitidas pelos sistemas SIF, da Caixa Econômica Federal, e SISCONDJ, do Banco do Brasil, devem utilizar o código 18826-3 (STN – Custas Judiciais – Justiça do Trabalho), em substituição aos anteriores. O Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) comunicou a alteração por meio do Ofício Circular CSJT.SG.SEOFI nº 92/2026, encaminhado aos presidentes dos Tribunais Regionais do Trabalho.

Em razão das mudanças na classificação das receitas e na destinação dos recursos arrecadados, decorrentes das Leis nº 15.499/2026 e nº 15.500/2026, a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) estabeleceu novos códigos para o recolhimento de custas judiciais.

Pagamentos por Pix

Quem realiza o pagamento pela plataforma GRU-JT, por meio de Pix, não precisa selecionar o novo código. Os serviços estão sendo ajustados pelo CSJT, em conjunto com as áreas de orçamento dos Tribunais Regionais do Trabalho, para garantir a identificação correta dos valores recolhidos.

Como corrigir pagamentos

Os pagamentos realizados com código incorreto a partir de 18 de outubro devem ser corrigidos administrativamente pelo Sistema de Gestão do Recolhimento da União (SISGRU). Já os recolhimentos efetuados antes dessa data não precisam ser retificados.

Em caso de dúvida sobre a confirmação do pagamento, a unidade judiciária poderá solicitar a verificação à Secretaria de Orçamento e Finanças (SOF) do TRT-11.

A orientação busca evitar que erros na identificação do pagamento das custas impeçam a análise de um recurso. Isso porque a deserção ocorre quando um recurso não pode ser analisado por falta de comprovação adequada do pagamento das custas judiciais.

#ParaTodosVerem: Pessoa utiliza uma calculadora enquanto outra confere documentos com uma caneta, durante reunião em uma mesa com tablet e computador portátil.

Coordenadoria de Comunicação Social

Texto: Mônica Armond de Melo

Foto: Banco de Imagens

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