53O Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), por meio da Coordenação Nacional do Processo Judicial Eletrônico da Justiça do Trabalho (PJe-JT), liberou no dia 2 de setembro a nova versão do Sistema PJe-JT para homologação dos Regionais.

Entre as diversas correções e melhorias trazidas pela versão 1.9.0, está a integração com o Sistema e-Jus², que poderá ser utilizado, alternativamente ao módulo de 2º grau do PJe-JT, na elaboração de votos e realização de sessões de julgamento nos Tribunais.

Esse Sistema foi desenvolvido pelo Tribunal Regional do Trabalho do Rio Grande do Sul (TRT da 4ª Região) e o projeto de integração do eJUS2 ao Sistema PJe-JT foi executado por meio da parceria entre o CSJT e o TRT da 4ª Região, fruto do Acordo de Cooperação Técnica CSJT n.º 7/2014.

Nesse primeiro momento, apenas o Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região estará autorizado a utilizar o Sistema com objetivo de testá-lo e, assim, permitir a sua expansão segura e consistente para os Regionais que optarem por utilizar a ferramenta.

Essa nova versão do PJe-JT também contempla a integração com um importante Sistema legado da Justiça do Trabalho - o Sistema eRecurso (e-Rec), que foi desenvolvido pelo Tribunal Regional do Trabalho do Paraná (TRT da 9ª Região) e agora também estará integrado ao PJe-JT.

A primeira fase desse projeto, que decorre de acordo de cooperação técnica celebrado entre o CSJT e o TRT9, adaptou o Sistema eRec para receber dados de tramitação do PJe-JT, auxiliando e agilizando a confecção de despachos de admissibilidade das petições de Recurso de Revista examinadas pelo Regional. A 2ª etapa dessa iniciativa prevê o envio de informações geradas no Sistema eRecurso para o Sistema PJe-JT, agilizando ainda mais os procedimentos pertinentes à análise da admissibilidade de Recursos de Revista interpostos no Regional.

A Coordenação Nacional PJe-JT espera que, além de contribuir para a eficiência dos TRTs, as melhorias e adição de novas funcionalidades otimizem o tempo de trabalho dos usuários, proporcionando maior celeridade na prestação jurisdicional.

Fonte: CSJT

262Estão abertas as inscrições para o Seminário Internacional Trabalho Seguro 2015. Realizado pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT) e a Escola Nacional de Formação dos Magistrados do Trabalho (Enamat), com apoio do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Programa Trabalho Seguro, o evento tem como objetivo apresentar temas relevantes à saúde e segurança no meio ambiente de trabalho e fomentar reflexões e debates sobre essa temática.

O evento acontecerá entre os dias 21 e 23 de outubro de 2015 no TST, em Brasília-DF, é voltado a magistrados, servidores, advogados, entidades sindicais profissionais e empresariais, membros de organizações não governamentais, estudantes e à sociedade em geral, que terão a oportunidade de refletir sobre o desenvolvimento de uma cultura de prevenção de acidentes no ambiente laboral.

A abertura será realizada no dia 21 de outubro, às 18h30, com a presença do Presidente do CSJT e do TST, Ministro Antonio José de Barros Levenhagen, do Diretor da Enamat, Ministro Renato de Lacerda Paiva, da Ministra do TST Maria de Assis Calsing e do Embaixador do Reino Unido no Brasil, Alexander Ellis.

A programação conta ainda com a realização de três painéis, que debaterão temas como: acidentes com máquinas e as novas diretrizes da NR-12; prevenção de acidentes e fator etário; atuação do MPT na prevenção dos acidentes de trabalho; medidas preventivas do MTE e o meio ambiente do trabalho; os rumos da jurisprudência na prevenção dos acidentes de trabalho; reflexos psicossociais das transformações do trabalho; Nanotecnologia e seus impactos na organização produtiva; e absenteísmo e presenteísmo no meio ambiente do trabalho.

Inscrições – As inscrições para o Seminário Internacional Trabalho Seguro 2015 são gratuitas e estão disponíveis no site http://www.tst.jus.br/web/trabalhoseguro/seminario-2015.

Fonte: CSJT

230O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) divulgou a pauta de audiências agendadas para a Semana Nacional da Execução Trabalhista. A relação está disponível para consulta no site do Tribunal (www.trt11.jus.br). Para acessar a consulta agora, clique aqui.

A Semana da Execução acontecerá simultaneamente nos 24 TRTs de todo o Brasil, no período de 21 a 25 de setembro, e tem por objetivo promover acordos para o pagamento de dívidas trabalhistas em processos que já foram sentenciados e que estão na chamada fase de execução.

Ao todo, 1.715 audiências já foram agendadas para a Semana da Execução no TRT11. O período para inscrições de processos encerrou no dia 4 de setembro, mas os interessados em participar da Semana ainda podem comparecer espontaneamente, durante o evento, na unidade onde tramita o processo (1º ou 2º graus). Nesse caso não haverá agendamento e nem notificação, daí a necessidade de no caso as partes litigantes comparecerem, juntas, à unidade, no sentido de viabilizar a conciliação.

A Semana Nacional da Execução Trabalhista, na área de jurisdição do TRT11 (Amazonas e Roraima), é coordenada no 1º Grau pela corregedora regional, desembargadora Ormy da Conceição Dias Bentes; e no 2º Grau e pelo vice-presidente do Tribunal, desembargador Lairto José Veloso.

260A Ouvidora do Estado do Amazonas, Zanele Rocha Teixeira, foi recebida pela Desembargadora Ormy da Conceição Dias Bentes.

A Corregedora Regional do TRT da 11ª Região, desembargadora Ormy da Conceição Dias Bentes, recebeu, na manhã desta sexta-feira, 11 de setembro, a visita da Ouvidora Geral do Estado Zanele Rocha Teixeira. A pauta do encontro foi a criação da Rede Ouvir-AM - Rede Amazonense de Ouvidorias Públicas.

A Ouvidora do Estado apresentou o projeto e convidou a Ouvidoria do TRT11 para integrar a Rede, para juntamente com as Ouvidorias da ALEAM, o Tribunal de Contas do Estado do Amazonas, o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas e o Ministério Público do Estado do Amazonas.

O objetivo da Rede é consolidar a parceria, a cooperação mútua e a articulação de esforços entre as instituições partícipes, visando fomentar a criação de ouvidorias públicas municipais no interior do Estado, para fortalecer as ferramentas de transparência e controle social.

Para a concretização dessa Rede, deverá ser assinado um Protocolo de Intenções em evento a ser realizado no dia 16 de novembro, no Auditório da Escola do Legislativo, ALEAM.

Confira Galeria de Imagens da visita.

259O juiz do trabalho Aldemiro Rezende Dantas Júnior utilizou o Facebook para localizar um reclamante que possuía créditos a receber.Por se tratar de uma comunicação mais democrática, interativa e instantânea, as redes sociais podem contribuir para a entrega de prestação jurisdicional efetiva aos cidadãos. Foi com esse intuito que o juiz titular da Vara do Trabalho de Parintins, Aldemiro Rezende Dantas Júnior, utilizou a rede social online Facebook para localizar um reclamante que possuía créditos a receber.

O processo já tramitava no Tribunal há 19 anos. Tratava-se de um precatório vencido do município de Parintins. O reclamante era auxiliar de pedreiro e reivindicava o pagamento de aviso-prévio, férias proporcionais e FGTS.

Após o acordo feito com a Prefeitura de Parintins para o pagamento do precatório, a Vara do Trabalho realizou várias tentativas para localizar o reclamante. Um oficial de Justiça foi enviado para o endereço informado, também foi divulgado edital em jornais e rádios locais, sem sucesso.

Na última semana, o juiz do trabalho de Parintins teve a iniciativa de divulgar o caso no Facebook e notificar o reclamante utilizando a rede social. Dois dias depois o reclamante entrou em contato e esta semana já recebeu o pagamento dos seus créditos. O facebbok em 48 horas conseguiu o que 8 anos de diligências de oficiais de justiça e divulgações em rádios e jornais não foram capazes de realizar.

Para a presidente do TRT da 11ª Região, desembargadora Maria das Graças Alecrim Marinho, o caso é um bom exemplo a ser seguido. "É importante que a Justiça do Trabalho utilize todos os meios possíveis para localizar um reclamante que tenha créditos a receber. Muitas vezes, pelo longo decurso do tempo, estas pessoas não são mais encontradas, porém o dinheiro fica disponível nas contas judiciais e a nossa missão é fazer esse pagamento", frisou.

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