Levantamento anual do Conselho Nacional de Justiça avalia a padronização e a clareza das informações disponibilizadas à sociedade
O Tribunal Regional do Trabalho da 11.ª Região (AM/RR) alcançou, pela primeira vez, 100% de transparência no Ranking da Transparência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que verifica a disponibilização de informações disponíveis ao público. O anúncio oficial ocorreu nesta segunda-feira (24), durante a 2ª Reunião Preparatória para o 20º Encontro Nacional do Poder Judiciário (ENPJ), realizada na sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília (DF).
Instituído há nove anos, pela Resolução CNJ n. 260/2018, o ranking é realizado anualmente e tem por objetivo estimular os órgãos do Poder Judiciário a disponibilizarem informações à sociedade de forma mais clara e padronizada, ampliando a transparência e facilitando o acesso aos dados. Em 2026, apenas 44 órgãos do Judiciário alcançaram 100% de cumprimento dos itens do Ranking da Transparência, sendo 14 da Justiça do Trabalho.
Equipe do TRT-11 recebeu o certificado do CNJ
Para o presidente do TRT-11, desembargador Jorge Alvaro Marques Guedes, a conquista demonstra que o Tribunal reafirma o compromisso com a transparência pública e a prestação de contas, assegurando à sociedade o direito fundamental de acesso à informação de qualidade sobre a atuação da Justiça do Trabalho. “Esse reconhecimento inédito reforça nossa missão de servir com responsabilidade e clareza, garantindo que cada cidadão tenha acesso às informações necessárias para compreender e acompanhar o trabalho desenvolvido pelo Tribunal”, afirmou o magistrado.
O certificado que reconheceu o resultado foi entregue à auxiliar da presidência do TRT-11, juíza do Trabalho Carla Priscilla Silva Nobre, que celebrou a conquista como fruto do empenho de toda a equipe do TRT-11 em assegurar à sociedade o amplo acesso às informações institucionais. “Receber este certificado em nome da presidência é motivo de orgulho, pois reafirma o compromisso do TRT-11 com a transparência e com a prestação de contas à sociedade”, destacou.
Sobre o ranking
O Ranking da Transparência tem como finalidade incentivar os órgãos do Judiciário a apresentarem suas informações de maneira mais clara, acessível e padronizada, facilitando o controle social e ampliando a transparência pública. A iniciativa, coordenada pela Comissão Permanente de Eficiência Operacional e Gestão de Pessoas do CNJ, leva em conta as normas sobre o acesso à informação no Poder Judiciário e a aplicação Lei de Acesso à Informação.
Entre as informações a serem disponibilizadas publicamente pelos órgãos estão: os resultados do planejamento estratégico alcançados pelo órgão; o calendário das sessões colegiadas; as respostas às perguntas mais frequentes (FAQ); e se o órgão possui painel visual de informações relacionadas à TIC, que permita ao usuário filtrar, consultar e até extrair dados públicos.
Coordenadoria de Comunicação Social
Texto: Jonathan Ferreira
Fotos: CNJ/Divulgação
O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) movimentou R$ 2,99 milhões em acordos durante o Dia Regional da Conciliação, realizado em3 de agosto de 2026. Ao todo, foram realizadas 516 audiências, das quais 135 resultaram em acordos.
Com o objetivo de fortalecer o debate sobre políticas do Judiciário que incentivem a inclusão no mercado de trabalho de pessoas privadas de liberdade e de quem deixou o sistema prisional, com foco na geração de renda e na remição de pena, a Escola Judicial (Ejud) do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) promoverá em Boa Vista, de 25 a 26 de agosto, o X Seminário Roraimense do TRT-11. O tema desta edição é “Pena Justa em movimento: Trabalho Decente e Emancipação Sociolaboral”.
O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) informa que o Sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe) ficará indisponível nos dias 29 e 30 de agosto (sábado e domingo), em razão da atualização do sistema para a versão 2.21.0, disponibilizada pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT).
É com profundo pesar que o Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) comunica o falecimento do desembargador Lairto José Veloso, ocorrido neste sábado, 22 de agosto, em Manaus/AM.
A Justiça do Trabalho da 11ª Região (AM/RR), através de decisão da 11ª Vara do Trabalho de Manaus, determinou medidas para prevenir e combater o assédio eleitoral no ambiente de trabalho, garantindo aos trabalhadores o direito de escolher livremente seus candidatos e exercer suas convicções políticas. A decisão foi proferida em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT) contra a Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (AADES/AADESAM).
Uma mulher e seu filho, ambos empresários em Manaus, foram condenados por manter uma trabalhadora doméstica em condições análogas à escravidão durante mais de 30 anos. A vítima havia sido levada de São Gabriel da Cachoeira, no interior do Amazonas, quando tinha apenas 5 anos, sob a promessa de que teria melhores oportunidades ao morar com a madrinha, que se tornaria a patroa dela. Ao chegar à capital amazonense, foi colocada no quarto destinado às empregadas, passando a ser tratada como trabalhadora doméstica e submetida a humilhações, entre elas ser chamada de “parasita”. A decisão foi dada, em março de 2026, pelo juiz do Trabalho Dhiancarlos Picinin, na 5ª Vara do Trabalho de Manaus, do Tribunal Regional do Trabalho da 11.ª Região (AM/RR).
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu nesta quarta-feira (19) que, em situações excepcionais, o trabalhador pode ajuizar uma ação trabalhista no local onde mora, mesmo que a empresa não tenha atuação nacional. A medida é possível quando ficar demonstrado que levar o processo ao local previsto como regra pela legislação inviabilizaria ou tornaria excessivamente oneroso o acesso à Justiça.
O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (AM/RR) homologou, em audiência de conciliação realizada no Centro Judiciário de Métodos Consensuais de Solução de Disputas (Cejusc-JT) de 1º Grau de Boa Vista, um acordo de R$ 900 mil. O acerto encerrou uma ação de indenização por danos morais pela morte de um empregado em acidente de trabalho.